Smartphones: como eles podem aumentar a segurança da sua navegação no PC

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14 out
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Em 2012 foram roubadas 6,5 milhões de senhas do Linkedin. Hackers publicaram 2 milhões de senhas de contas do Twitter, Facebook e Google em 2013. Cerca de 5 milhões de logins e senhas do Gmail vazaram na internet em setembro de 2014. Todas essas notícias recentes assustam pessoas que acessam todo tipo de serviço pela internet diariamente.

Não há dúvidas, uma das principais preocupações dos usuários comuns é preservar as senhas de acesso de e-mails, redes sociais e softwares do trabalho. Para dificultar a vida dos hackers, especialistas recomendam o uso de senhas diferentes para cada serviço, a troca constante delas e a combinação de números e símbolos com letras maiúsculas e minúsculas. Uma prática trabalhosa (e que facilita o esquecimento de senhas).

Uma maneira de tentar resolver esse problema está em combinar o uso dos smartphones na navegação. E para isso você não precisaria de aparelhos ultra-modernos, mas qualquer celular com câmera para atuar de maneira parecida com os sensores biométricos que vem sendo utilizados nos caixas eletrônicos de bancos.

Entenda melhor como isso funciona e quais são as suas limitações:

Como funciona

Você já pensou um mundo sem senhas? O que seria impossível imaginar há uns cinco anos está começando a virar realidade graças ao aplicativo Clef. Para começar a usá-lo, baixe o aplicativo que está disponível para iOS e Android e, sem seguida, faça um cadastro com nome e e-mail. Ao validar o seu registro, basta apontar a câmera do seu smartphone para a tela do computador que você terá acesso a diversas contas. Sem login e sem senha. O aplicativo trabalha com um número limitado de senhas, mas a criptografia é bem avançada. Em outras palavras, mesmo que os dados do aplicativo sejam invadidos, será bem complicado validar as credenciais de segurança.

Redes sociais

Usando o aplicativo, o usuário garante seu acesso a mais de 9,8 mil sites. Contudo, Twitter e Facebook ainda não fazem parte do pacote. Para entrar nessas redes sociais, o usuário tem que baixar o programa Waltz que só é compatível com o Google Chrome. A partir daí, é só seguir o mesmo procedimento para acessar os perfis no Twitter no Facebook.

Outro lado

Como tudo em segurança, nada é perfeito. Se o smartphone ajuda você a reforçar as suas senhas com mais uma camada de autenticação de acesso, ele cria uma outra vulnerabilidade: o aparelho telefônico em si. Se o dispositivo for esquecido em casa (ou acabar a bateria), você terá que se conectar manualmente. Mas, como é muito comum no Brasil, se ele for roubado, você pode ter dor de cabeça maior.

Portanto, vale testar o aplicativo e ver se funciona para você. Mas tenha em mente que, em segurança, nada é perfeito.

Fonte: Uol Segurança